segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O automóvel, o veículo a motor de todos




                      O automóvel, o veículo a motor de todos



A idéia de uma carruagem sem a ajuda de animais ou pessoas já existia na Idade Média. Mas havia muito tempo ainda pela frente até que ela se tornasse uma realidade. Somente quando os motores foram inventados por Etienne Lenoir (1859) e mais tarde por Nicolaus August Otto (1876) e produzidos, os motores relativamente compactos e mais potentes se tornaram disponíveis.
Os engenheiros Gottlieb Daimler e Wihelm Mayback inicialmente trabalharam e pesquisaram na fábrica de motores a gás Deutzer de Otto. Em 1882, eles fundaram a sua própria companhia. Daimler aprimorou o motor com ignição de tubo de calor e usou combustível com uma densidade de alta energia, o petróleo. Em 1855 ele construiu uma motocicleta junto com Mayback, sendo este o primeiro veículo com motor de combustão. Seu motor de 1 cilindro, o chamado avô do relógio tinha 0.5 de cavalo-vapor.
Em 1885, Karl Benz já havia aprimorado seu motor com um sistema de ignição elétrica podendo ser integrado a um veículo. O veículo que ele escolheu tinha três rodas e uma estrutura de tubo de aço. Em 1886, Benz obteve uma patente alemã para o primeiro automóvel do mundo. Um ano depois ele começou a produção de série de um automóvel em sua fábrica de veículo a motor em Mannheim.
Em 1888, Daimler prosseguiu com um carro de quatro rodas movido a um motor de 1.1 cavalo-vapor. Entretanto, os primeiros automóveis não foram bem recebidos na Alemanha. Os franceses já foram mais receptivos: a terceira companhia de carros do mundo a Société dês Automobiles Peugeot foi fundada em 1896 e se tornou a líder em fabricantes automotivos em 1900 com uma média de 15 veículos a motor.
Como os primeiros carros eram montados peça por peça manualmente, obviamente eles eram extremamente caros. Somente em 1913, quando o americano Henry Ford revolucionou a fabricação de automóveis com a produção em massa. Os preços caíram consideravelmente e as vendas dispararam. Enquanto um “Ford T” custava 850 dólares em 1908, ele ainda podia ser comprado por 300 dólares após a introdução da linha de montagem. O carro havia se tornado mais acessível.


Fonte: Foto Associated Press / Ho / Discovery

Mitsubishi repatria funções para o Japão

Com a queda nas vendas na Europa, a Mitsubishi resolveu tomar medidas drasticas e terminar com as actividades da Mitsubishi Motors Europe B.V. (MME) e mudar todas as actividades relacionadas com o automovel (vendas, marketing, gestão de produtos e planeamento empresarial) para a casa-mãe no Japão, coordenando directamente com os 34 distribuidores europeus.
Isto significa uma redução de 45% de colaboradores no departamento de vendas e marketing europeu.



Fonte:  Turbo-lento Categorias

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Resgate à indústria automobilística pode prejudicar pesquisa




Chevrolet Volt será, supostamente, o 1º híbrido elétrico a entrar em produção em massa

A indústria automobilística dos Estados Unidos está em meio a uma reformulação histórica, à medida que o governo Obama conduz a General Motors e a Chrysler, duas das antigas "Três Grandes" do setor, em delicados processos de concordata. Abaixo, vamos considerar as implicações dessa situação para os departamentos de pesquisa e desenvolvimento em ambas as empresas, entre as quais o futuro do transporte elétrico.

Já que as montadoras estão agora concentradas em sair do vermelho e garantir a sobrevivência, que papel os esforços de pesquisa e desenvolvimento devem desempenhar?

A pesquisa e desenvolvimento pelas grandes montadoras do setor automobilístico sempre enfatizou mais o desenvolvimento que a pesquisa, e o atual aperto nos orçamentos pode reforçar essa tendência. A compressão de caixa mais provavelmente prejudicará áreas como novos materiais ou avanços nos veículos elétricos, que podem não começar a oferecer resultados práticos em menos de uma década. Programas dirigidos a desenvolver tecnologias como sistemas avançados de injeção de combustível, que poderiam ser adotados já nas próximas gerações de veículos, provavelmente sofrerão menos impacto, porque afetarão de maneira direta a competitividade de uma empresa no mercado atual.

Será que não se poderia dizer o mesmo sobre todos os esforços de pesquisa e desenvolvimento nesse setor?


Desconsideradas as dificuldades atuais, muitos especialistas consideram que o setor automobilístico reconheça que a única maneira de manter a competitividade é manter também os esforços de pesquisa e desenvolvimento, e isso pode se aplicar de maneira ainda mais verdadeira agora. No passado, as montadoras de automóveis dos Estados Unidos foram criticadas por dedicar suas maiores verbas de pesquisa e desenvolvimento a carros grandes e motores poderosos, mas elas agora enfrentam questões que afetam diretamente a sua sobrevivência. Todas elas vieram a acatar os padrões recentemente impostos de economia de combustível, nos Estados Unidos, e estão envolvidas em uma corrida, que ganhou alcance mundial, em direção da eletrificação. A Toyota deu a largada, quando lançou o híbrido Prius, e a GM deu início à mania dos híbridos que podem ser reabastecidos em tomada, ao anunciar planos para começar a produzir o Chevrolet Volt. Agora, todas as grandes companhias do setor automobilístico norte-americano, e uma série de empresas iniciantes, anunciaram planos ambiciosos para veículos híbridos, híbridos que podem ser reabastecidos na tomada, e veículos 100% elétricos.

Desse ponto de vista, dirigentes da GM descrevem os esforços empresariais de pesquisa e desenvolvimento como um ativo insubstituível. "Nós tivemos de cortar em todas as demais áreas da companhia, mas estamos conseguindo manter nos eixos as nossas atividades centrais", diz Alan Taub, o diretor executivo de pesquisa e desenvolvimento da GM, em Warren, Michigan. "Felizmente, a liderança da GM compreende que estamos envolvidos em uma corrida tecnológica".

E quanto a parcerias de pesquisa com organizações públicas de pesquisa tecnológica?

As montadoras de automóveis estão há muito envolvidas em parcerias com instituições públicas de pesquisa, para uma série de suas atividades de pesquisa e desenvolvimento. Ainda que as concordatas possam vir a afetar alguns desses projetos, a pesquisa com parceiros externos deve sobreviver, e talvez até prosperar. O Laboratório Nacional Argonne, nas cercanias de Chicago, por exemplo, está reportando uma elevação no interesse das montadoras de automóveis, que estão em busca de maior acesso aos seus relatórios de avaliação de desempenho sobre novos veículos e tecnologias.
Don Hillebrand, o diretor de pesquisa sobre transportes no laboratório, diz que as montadoras de automóveis parecem estar cada vez mais dispostas a fechar seus laboratórios de avaliação e trabalhar com os dados fornecidos pelas instituições do governo. Ele também acredita que as empresas sempre estarão interessadas em aproveitar os esforços de pesquisa básica de seu laboratório sobre temas como as baterias de íons de lítio. Mas elas terão de manter alguma capacidade de pesquisa independente, para que possam levar tecnologias inovadoras ao mercado.

Já que as montadoras terão de prestar mais atenção aos lucros, será que universidades e laboratórios do governo cobrirão a lacuna que isso criará nos esforços de pesquisa?

Talvez. Dennis Assanis, diretor do Centro de Pesquisa Automotiva da Universidade do Missouri, em Ann Arbor, acredita que o Laboratório de Pesquisa Colaborativo estabelecido em parceria entre a GM e a universidade em 1998 sirva como modelo. O objetivo da GM era maximizar sua verba de pesquisa ao criar um grupo pequeno e flexível com o objetivo de concentrar sua atenção na melhora de motores. A universidade e a GM desenvolveram novos arranjos que permitiam a proteção de patentes (em alguns detidas conjuntamente pela empresa e a instituição), e ao mesmo tempo que os pesquisadores divulgassem suas descobertas. A GM de lá para cá ampliou essa ideia e passou a oferecer verbas de pesquisa para o estabelecimento de centros de pesquisa em outras universidades dos Estados Unidos, Europa e China.

Ao longo dos últimos 10 anos ou pouco mais, a GM expandiu sua rede de parcerias de pesquisa colaborativa e agora dedica mais de 20% de seu orçamento de pesquisa a elas, ante 5%; no mesmo período, o número de patentes solicitadas cresceu em 700% e o número de artigos científicos publicados cresceu em mais de 500%. No futuro, Taub diz que a empresa tentará maneiras de aproveitar melhor o seu dinheiro ao ampliar seu acesso a pesquisas do governo ou bancadas por grupos de capital para empreendimentos, ou pela estruturação de novos acordos sobre propriedade intelectual com seus parceiros de pesquisa. "Teremos de ser mais criativos em nossa forma de custear essas atividades, mas é evidente que elas precisam ser mantidas", afirmou.

E quanto ao Chevrolet Volt, que supostamente será o primeiro carro híbrido abastecido por tomada a entrar em produção em massa nos Estados Unidos?

A GM continua ocupada com o desenvolvimento do Volt, que segundo a empresa poderia funcionar por 65 quilômetros com a carga de suas baterias de íons de lítio, antes de começar a queimar gasolina. Determinar se o veículo será um sucesso é questão em aberto, dada a concorrência, as questões econômicas diretas (o carro deve custar US$ 40 mil ou mais) e o desafio continuado que as baterias representam. Apesar da concordata, a GM afirma que o cronograma de desenvolvimento do veículo vem sendo cumprido e o prazo de lançamento no ano que vem será respeitado. 

Fonte: Jeff Tolefson  

Mitsubishi estuda crossover do Lancer Sportback



A Mitsubishi está a estudar a produção de uma versão crossover do Lancer Sportback. A Mitsubishi está no entanto a preparar o lançamento de um verdadeiro crossover, derivado do Mitsubishi Concept CX destinado a clientes à procura de um pequeno SUV.

Fonte:

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Novo Kia Sportage

  


O novo Kia Sportage foi desmascarado não por um dos paparazzi fotográficos mas pelo gabinete europeu de patentes...para variar. Escapuliram-se ilustrações do novo Kia Sportage - um modelo bem mais agradável à vista que o modelo antigo e que deverá usar a mesma mecânica do novo Hyundai Tucson.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Fotos espiã - Porsche Cayenne



E como que de proposito, depois do Volkswagen Touareg ter sido apanhado, eis que o seu primo Porsche Cayenne é também apanhado quase sem camuflagem. Muito semelhante ao Volkswagen Touareg este novo Porsche Cayenne tenta ser mais politicamente correcto que o modelo anterior - talvez o carro mais anti-social de sempre.

Fonte: 

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Novidades BMW depois 2010




No nosso calendário de novidades podem ver o que a BMW prepara para 2009, mas já há detalhes para o que a BMW vai apresentar mais à frente. Não é segredo que a BMW esta a investir em em carros mais pequenos e mais eficientes para aumentar o seu publico alvo.
Depois do Progressive Activity Sedan (PAS) que se destina a famílias mais endinheiradas, vai haver o Progressive Activity Coupe ou "PAC" (acho que puseram o Chris Bangle a definir os nomes) baseado no BMW serie 3, para o pessoal mais novo, aventuroso e mais teso.
Mas não é o fim dos nomes peculiares, porque também vamos ter o CAS, que é um pequeno crossover baseado no BMW Serie 1. Mas passando ao que interessa as pessoas com cabeça, já sabemos que em 2010 devemos ter o BMW 135i SuperSports, mas muito mais vem do BMW serie 1:
- Versão 5 portas convencional
- Versão 3 portas convencional
- Coupe 2 portas descapotável
- Roadster Z2
- X1 - clone do SUV do Mini
- CAS ou V1
- X1 descapotável
- Coupe Z2
- Shooting Brake Serie 1

BMW X6 xDrive50i




Recentemente, assumiu a 2009 BMW x6 xDrive50i para um teste drive nas Montanhas Blue Ridge enquanto visita BMW’s fábrica de Spartanburg. De acordo com o editor, Charlie Romero, do site RoadFly, ele ficou bastante impressionado com este novo segmento, dizendo que o x6 poderia ser melhor do que o SUV da BMW.

O 2009 X6 é também o primeiro veículo do mundo a oferecer para o Controle Dinâmico de desempenho exclusivo agilidade, acompanhamento de estabilidade, de precisão, tração e habilidades. Dynamic Performance Control permite que o torque do motor a aplicar a cada uma das rodas, conforme necessário, com uma pitada bitola na frente para mostrar como o poder está a ser aplicada e distribuída.

O xDrive35i é alimentado pela inline seis-cilindros com tecnologia twin turbo que produz 300 hp em 5800-6250 rpm e 300 lb-ft de torque em 1400-5000 rpm. x6 xDrive50i que tem o V8 com duplo turbo e injeção direta. Este novo motor de marca produz 407 cavalos em 5500-6400 rpm e 442 lb-ft de torque em 1800-4500 rpm.



Fonte: Roadfly, BMWUSA.com

VW E-Up! (conceitual)



Um dos carros que mais chamou a atenção do público foi o E-Up! da Volkswagen. No quesito inovação tecnológica, ele foi o que mais ganhou destaque. Assim como o Renault Zoe Z.E., o Volkswagen E-Up! utiliza somente um motor elétrico e também traz um teto com painel solar para recarregar a bateria sem utilizar a energia elétrica. Caso seja efetuada a recarga via energia elétrica, o tempo para carga completa é de 5 horas — um valor surpreendente.



Segundo o anúncio no Salão de Frankfurt, o VW E-Up! comporta apenas três pessoas — fator que pode limitar um pouco as vendas do automóvel. A Volkswagen já anunciou que o carro será vendido por meados de 2013, mas ainda não disse nada quanto ao preço.



Volkswagen Polo BlueMotion



 Polo BlueMotion pode ser um dos mais interessantes carros que a Volkswagen já anunciou. Com uma enorme quantidade de vantagens, o Polo BlueMotion tende a ser um grande sucesso com suas tecnologias que prometem energia limpa, eficiência e inovação. O Polo BlueMotion será um carro híbrido, que unirá um motor comum com um motor elétrico. Até aí nenhuma grande novidade, mas o curioso está no modo de funcionamento do novo Polo.
Segundo a Volkswagen, seu novo automóvel trará a tecnologia Stop-Start (Parar-Iniciar). Esta tecnologia é bem curiosa e inovadora, porque faz uma grande diferença nos poucos momentos em que atua. Imagine que interessante, se cada vez que você parasse seu carro, o motor desligasse. E do mesmo modo, assim que você pisasse no acelerador o carro ligasse e andasse normalmente. A tecnologia Stop-Start é duvidosa, mas segundo a fabricante, ela é perfeitamente funcional e evita a emissão de CO2 quando o carro não está andando.

 fonte: Salão de Frankfurt

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

GM supera a Volkswagen







Depois de quatro anos e dois meses a General Motors voltou a superar a Volkswagen em vendas no Brasil. A montadora americana, que enfrenta sérios problemas desde 2008, deve fechar o mês de janeiro com uma pequena vantagem sobre a rival alemã. Até ontem, faltando apenas um dia útil para fechar o mês, a GM tinha 20,6% do mercado contra 19,9% da Volkswagen. São 1 159 unidades de vantagem. A última vez em que a GM ficou à frente da Volks no Brasil foi em novembro de 2005.
Apesar de pequena, dificilmente a vantagem será revertida. A perda da vice-liderança pode ter uma explicação no bom desempenho da Volkswagen no mês passado. A montadora alemã emplacou muito mais carros do que a média das montadoras, mas nas concessionárias comenta-se que a Volkswagen deu bônus para os revendedores para se livrar dos carros fabricados em 2009 e fazer volume de vendas. Dessa forma, os carros foram emplacados, mas não necessariamente vendidos para o consumidor final. Dessa forma, boa parte das vendas realizadas de fato em janeiro já haviam sido computadas em dezembro, provocando um impacto negativo no resultado do início do ano.
A Fiat manteve a liderança, com 21,4% das vendas atéontem. A Ford permaneceu em quarto, com 11,4% de participação.

Fonte: Portal EXAME